
Aquele encontro era uma tradição do grupo que se conhecia fazia mais de vinte anos. Despretenciosamente, certa vez, uma delas sugeriu que se encontrassem mensalmente num mesmo horário e local. Nem precisariam se telefonar nem nada, bastava aparecer. Quem pudesse estar presente, estaria ali. O local escolhido foi aquele café.
A tradição, que antes acontecia no primeiro sábado de cada mês, demorou para vingar. Sabe como é, era o dia para ficar com os filhos, curtir o marido, comprar alguma coisa para casa ou visitar os pais. Mas, com o passar dos anos os filhos cresceram, alguns casamentos acabaram, os pais se foram. Já com mais de 60 anos de idade, passaram a fazer o encontro nas tardes de terça-feira.
Entre um gole e outro do vinho, naquela tarde, falaram sobre algumas preocupações com os filhos, mostraram fotos dos netos em seus celulares e comentaram sobre algumas situações de antigamente. Carinhosamente, referiam-se a si mesmas se chamando de meninas, como sempre fizeram. Trocaram algumas dicas sobre Praga, já que uma delas passaria uns dias por lá no próximo mês. Lembraram de mais algumas situações de antigamente.
Algumas horas depois, se levantaram e se abraçaram uma a uma na despedida. Aquele abraço familiar, nostálgico. Decidiram que, naquele mês, não esperariam o próximo mês para se encontrar novamente.
Entre um gole e outro do vinho, naquela tarde, falaram sobre algumas preocupações com os filhos, mostraram fotos dos netos em seus celulares e comentaram sobre algumas situações de antigamente. Carinhosamente, referiam-se a si mesmas se chamando de meninas, como sempre fizeram. Trocaram algumas dicas sobre Praga, já que uma delas passaria uns dias por lá no próximo mês. Lembraram de mais algumas situações de antigamente.
Algumas horas depois, se levantaram e se abraçaram uma a uma na despedida. Aquele abraço familiar, nostálgico. Decidiram que, naquele mês, não esperariam o próximo mês para se encontrar novamente.